Confiança do Datafolha é posta em xeque nas redes sociais

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Foto: Pixabay
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A recente pesquisa do Datafolha indica que, se a eleição presidencial fosse hoje, Bolsonaro teria 36% e perderia de Haddad que teria 42% das intenções de voto. O petista recém condenado pelo TRE por falsidade ideológica nas eleições de 2012 é a única aposta de grandes entidades da comunicação no Brasil, que passam a orquestrar campanha de comunicação para criar um pseudo ambiente de opinião pública e fortalecer a esquerda. O mesmo instituto de pesquisa afirmava que Bolsonaro perderia em 2018 em todos os cenários.

No mesmo dia da divulgação da pesquisa do Datafolha, a jornalista Mônica Bergamo, que tem posição política bem clara, publicou que “militares já aceitam com naturalidade libertação de Lula“. A manchete foi replicada em diversos sites de esquerda como Brasil 247 (site que leva até o número do candidato Haddad. Os números 247 somados (2+4+7) resultam no número do PT: 13), Diário do Centro do Mundo e outros.

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Na verdade, dizer que a credibilidade da pesquisa é posta “em xeque” chega ser até uma bondade. Afinal, nas redes sociais os internautas e o próprio presidente Jair Bolsonaro descredibilizaram completamente a pesquisa, fazendo piadas de todo o tipo. O próprio presidente Jair Bolsonaro divulgou a pesquisa com uma mensagem irônica, lembrando fracassos anteriores do mesmo instituto ao medir opinião pública.

Em setembro de 2018, dois meses antes da vitória de Bolsonaro, pesquisa do Datafolha dizia que Haddad venceria as eleições. Inclusive o percentual do Datafolha era bastante semelhante ao que projeta agora, com três anos de antecedência. Se o Datafolha foi incapaz de reproduzir o clima de opinião pouco tempo antes da eleição, seria capaz de reproduzir agora com três anos de antecedência?