Defensora do fim da PM deu palestra sobre gênero à Polícia Militar de SC

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Foto: divulgação PMSC
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O seminário sobre diversidade, oferecido à escola de sargentos da Polícia Militar de Santa Catarina no dia 1 de agosto deste ano, contou com a palestra de uma ativista responsável por ataques à estrutura policial, que considera uma instituição estruturalmente violenta.

O evento, que ocorreu nas dependências da Paróquia Cristo Rei e visava transmitir aos alunos do curso de sargentos da PMSC, os conceitos da Ideologia de gênero, trouxe a palestrante Daniela Felix Teixeira, que em sua coluna no Portal Catarinas pede a desmilitarização da PM afirmando que

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“…as Polícias sejam ainda instituições violentas” e que “heranças geracionais permanecem presentes com as normas disciplinares e hierárquicas”, motivo pelo qual a instituição é “estruturalmente machista, misógina, preconceituosa”.

No artigo, intitulado “Não acabou. Tem que acabar. Eu quero o fim da polícia militar”, Daniela escreveu ainda que “o fato de existirem mulheres nas corporações não significam quaisquer avanços, pois permanecem segmentadas pelas suas condições anátomo-biológicas e destinadas a funções menos importantes”. A ativista só não explicou o fato de, atualmente, a diretora de Instrução e Ensino da PM em Florianópolis ser uma mulher.

Associando a estrutura da Polícia Militar à repressão do período de governos militares, Daniela defende que as instituições policiais no Brasil representam a manutenção de um “estado de exceção”, instrumentalizado para a definição de um “inimigo”, que ela considera que “foram, são e serão todos aqueles que de certa forma atrapalham a ordem capitalista“.

O seminário foi noticiado por EN e a notícia foi respondida por uma nota da PMSC que tentou explicar a natureza do evento. Em resposta, EN explicou a clara identificação dos temas do seminário com a ideologia identitária (gênero) presente e classifica a escolha do local (templo religioso) como uma provocação ofensiva aos cristãos catarinenses.

Governo de SC e as pautas identitárias globais

O governo do Estado, com o governador Carlos Moisés (PSL), vem aderindo a ideologias que contrariam os valores dos que votaram nele, a maioria do eleitor catarinense que votou em Jair Bolsonaro.

O governo catarinense inseriu “identidade de gênero” no currículo escolar do Ensino fundamental, como informa matéria do Terça Livre, nesta quarta-feira (28). O governo do PSL no Estado vem se aproximando de grupos ativistas LGBT desde que decretou a permissão do uso do nome social a transexuais e travestis. As medidas vêm desagradando eleitores conservadores que optaram por Moisés devido sua identificação com Bolsonaro durante as eleições e já falam em “estelionato eleitoral”.

Moisés expulsou o deputado estadual Jessé Lopes do partido (PSL) devido manifestações do deputado contra o governador que vem se afastando das pautas defendidas por seus eleitores. Há rumores de que Moisés flerta uma mudança de partido, ainda sem confirmação.

Estudos Nacionais vem acompanhando o afastamento de Moisés das pautas conservadoras que o elegeram, desde o início do mandato, quando o governo assinou o pacto com a Agenda 2030, da ONU, que inclui a ideologia de gênero e “direitos reprodutivos” (aborto) em suas resoluções.

Na ocasião, EN foi chamado como fake news pelo perfil pessoal do governador no Twitter, o que foi rapidamente desmentido e o link que comprovava a assinatura, excluído do site da Secretaria da Fazenda.

 

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MessiasMariana Santos Costa Autores de comentários recentes
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Mariana Santos Costa
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Mariana Santos Costa

Atenção povo catarinense!!!!
Pressionem a PM e a secretaria da educação para que isso seja modificado!!!!
Comunistas e Globalistas não passarão!!!!

Messias
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Messias

O Povo de SC tem que em massa dar voz de Prisão a este terrorista de gênero e intolerante religioso, crimes de incitar guerra religiosa, intolerância religiosa, desonra Coletiva a família Brasileira, e traição ao povo Brasileiro além de estelionato eleitoral, deve ter muito mais crimes neste caldo!