ONGs “ambientalistas” receberam 34 milhões de dólares do exterior entre 2013 a 2018

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Foto: Istock
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Um levantamento detalhado feito por Estudos Nacionais nas bases de dados públicas das fundações internacionais Ford Foundation e Charles Stewart Mott Foundation verificou que 51 projetos, ONGs e entidades receberam um total de 34.800.397 no período entre 2013 a 2018, com foco em projetos nas áreas classificadas como “ecologia”, questão “quilombola” e “ambientalista”.

O levantamento categorizou os projetos e ONGs conforme avaliação de suas principais iniciativas, ou ainda, com base na informação que a própria fundação fornecia como justificativa para cada transferência de recurso. Na cotação de hoje, o valor total equivaleria a mais de 144 milhões de reais.

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A Fundação Ford foi responsável por doar 79% do montante avaliado.  Esse montante significativo não corresponde a totalidade de recursos movimentados do exterior para o Brasil nessas pautas, já que existem outros agentes e fundos que movimentam milhares ou milhões de dólares na mesma agenda, em todo o Brasil.

É possível ver uma grande variedade de projetos, ONGs e entidades, incluindo projetos de pesquisa em universidades, institutos, órgãos do setor público, entre outros. Alguns projetos têm clara posição ativista, outros atuam em pesquisa e outras frentes. Assim, as informações podem dar subsídio para pesquisas mais aprofundadas e análises mais específicas de cada projeto ou grupo de projetos.

Fundações internacionais vêm sendo apontadas como agentes políticos em todo o mundo em diversos estudos, desde a década de 1950, quando da elaboração do relatório Reece. No relatório Reece fundações internacionais, (entre elas a Fundação Ford) foram acusadas de financiar ideias socialistas nos Estados Unidos por meio da educação. Essas entidades têm diversificado seus trabalhos, financiando projetos relacionados a ideologia de gênero, liberação do aborto, desarmamento, feminismo, questões raciais, audiências de custódia e direitos humanos, desencarceramento, reforma agrária e urbana, questões quilombolas e indígenas em geral, legalização de drogas, entre outras pautas caras a esquerda.

Clique e veja o relatório.