“O Brasil cuida da Amazônia”, diz ministra da Agricultura em resposta ao alarmismo internacional

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Tereza Cristina, dona da pasta da agricultura, também comentou sobre a situação da Amazônia em entrevista coletiva no início da tarde desta sexta-feira (23).

Segundo a ministra, é necessário, antes de mais nada, “baixar a temperatura” nos discursos sobre o assunto, de modo que as autoridades internacionais possam, de fato, conhecer a situação da floresta — que tipicamente queima nesta época seca do ano (a estiagem) — “antes de tomarem qualquer tipo de medida”.

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A fala de Cristina vem, portanto, de encontrou aos comentários do presidente francês, Emmanuel Macron, e de outras lideranças, como a governante alemã Angela Merkel e o premiê canadense Justin Trudeau e o primeiro-ministro da Inglaterra, Boris Johnson, todos já tendo assentido, inclusive, a uma reunião emergencial do G7 (grupo do qual o Brasil não faz parte) para discutir a questão amazônica — num flagrante movimento intervencionista, que fere a nossa soberania nacional.

Demais, a ministra fez questão de mencionar a tipicidade das queimadas, que, conforme ela apontou, são diferentes dos incêndios (uma tendo causa natural e o outro causa antropogênica e intencional), citando a ocorrência do fenômeno em outras partes do mundo:

“Quando houve incêndios em Portugal, esse ano tivemos incêndios até na Sibéria, na época seca da Europa. E o Brasil não foi lá questionar, nem pedir pra não receber nada”. E continuou: “A Amazônia é importante. O Brasil sabe disso. O Brasil cuida da Amazônia”. E mais: “Se o Brasil precisar de ajuda, vai pedir”.

A ministra ainda pontuou que o agronegócio não pode ser culpabilizado pelos eventos. “Nós não podemos dizer que por, neste momento, termo um incêndio acontecendo na Amazônia, que o agronegócio brasileiro é o grande destruidor e, portanto, vamos fazer barreiras comerciais contra ele”.

 

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