ONGs usam tráfico humano para alterar soberanias europeias

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Os migrantes da África e Oriente Médio são as principais vítimas da atual guerra migratória mantida por ONGs ligadas à ONU e financiadas por milionários europeus, contra as soberanias de países da Europa. A atividade das ONGs visa modificar a legislação de países europeus para fragilizar suas soberanias por meio de intervenções internacionais, seja de ONGs ou da própria ONU. Para isso, elas dizem “salvar” pessoas vulneráveis das mãos de máfias de tráfico humano, enquanto fazem exatamente o mesmo trabalho com navios mais caros e tratamento vip.

De acordo com informações de matéria da IstoÉ, na última segunda-feita (5), a ONG espanhola Proactiva Open Arms pediu refúgio a 121 migrantes e anunciou que continuará suas operações apesar dos esforços dos governos europeus para barrar a via migratória utilizadas pelas máfias.

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A Open Arms é uma das muitas entidades que atua na coleta de migrantes no mar, usando da vulnerabilidade dessas pessoas para objetivos ligados à quebra de soberanias, agenda cara à ONU. A ONG é uma entidade associada ao Departamento de Informação Pública das Nações Unidas. A Open Arms pertence à Human Rigth At Sea, organização inserida no contexto da Agenda 2030. De 2017 a 2018, a entidade recebeu 3,2 milhões de euros proveniente de fundos privados, o que corresponde a 90% do seu financiamento.

“Continuaremos até que a política migratória da UE mude”, assegurou à AFP o fundador da Proactiva Open Arms, Óscar Camps, em uma entrevista à IstoÉ, por telefone.

Outra ONG envolvida com o tráfico de imigrantes é a SOS Méditerranée e os Médicos sem Fronteiras, que após ser obrigada a suspender suas atividades, em dezembro de 2018, fretou um novo navio, o Ocean Viking, com o qual se dirige para a costa da Líbia para coletar mais migrantes e conduzi-los na travessia do Mediterrâneo.

“Para evitar mortes”, Oscar Camps pede ajuda à ONU para forçar a abertura aos pedidos de asilo e refúgio evitando que sejam feitos pelas máfias de tráfico humano. Em uma espécie de trabalho de “redução de danos”, as ONGs fazem o mesmíssimo trabalho das máfias, utilizando-as como ameaça à vida vulnerável dos migrantes, usados para fins políticos dessas ONGs. A retórica das ONGs se baseia em oferecerem-se como única alternativa às máfias em uma crise sem soluções.

Por isso, o papel das máfias de tráfico de pessoas, que amontoam os migrantes em embarcações muito precárias, é denunciado tanto pela Itália e seus sócios europeus como pelas ONGs, que apenas oferecem tratamento mais digno para que os migrantes sejam conduzidos e traficados com segurança.

Para Roma, é evidente que salvar os migrantes apenas estimula as máfias que os abandonam no meio do mar contando com a operação humanitária de resgate.

Para as ONGs, a incapacidade europeia para reformar sua política de refúgio deixa essas pessoas sem outra opção que não seja confiar sua vida a essas redes, justificando assim o trabalho deles e das máfias.

“Dizer que são os barcos de salvamento os que incitam as travessias é falso. Inclusive sem barcos, as saídas continuam e se reportam numerosos naufrágios”, declarou à AFP o diretor de operações de SOS-Méditerranée Fréderic Penard.

Países já veem ONGs como instrumento de tráfico humano

A Itália confiscou o Sea Watch da ONG alemã de mesmo nome e chegou a deter temporariamente sua capitã Carola Rackete, a primeira a desafiar a proibição de Roma e entrar em junho à força na ilha de Lampedusa para desembarcar 40 migrantes.

Se os barcos humanitários “entrarem em águas territoriais italianas, os confiscaremos um a um. Veremos quem cansa antes”, disse na quinta-feira o ministro do Interior italiano Matteo Salvini.

Em 2018, a Hungria expulsou o milionário George Soros por financiar ONGs de imigração ilegal no país. Os interesses de grandes financiadores motivam ações em favor da migração pelo mundo. A Open Society, ONG do milionário, está por trás de praticamente todas as iniciativas pró-migração da Europa.

Guerra politicamente correta pela informação na Europa

A Itália tem sido um dos países alvo dos incentivadores internacionais da migração, já que devido sua localização, tem sido porta de entrada à migração vinda dos continentes próximos.

Por isso, o jornalismo italiano e europeu obedece, desde 2011, a um protocolo criado para estabelecer a linguagem politicamente correta no trato de questões migratórias. A chamada Carta di Roma, a partir da Associação Carta de Roma, apresenta uma espécie de código moral unificado com os “deveres do jornalista”. Trata-se de uma entidade de vigilância e observação de mídia, cujos membros permanentes convidados são o Alto Conselho das Nações Unidas para os Refugiados, a Organização Internacional para as Migrações e o Escritório Nacional contra a Discriminação Racial. O uso de termos como “imigrante ilegal” ou “clandestino”, pode ser punido com advertência e multas da Ordem dos Jornalistas, da Itália.

Os financiadores da Carta são a Open Society Foundation, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). A Associazione Carta di Roma enumera as seguintes fontes “confiáveis”, muitas das quais são ONGs italianas ou internacionais diretamente financiadas pela Open Society Foundation: Anistia Internacional, ASGI, COSPE, 21 Luglio, Fortaleza Europa, A Buon Diritto, Médicos Sem Fronteiras Frontières (MSF), Save The Children, atualmente envolvido no tráfico de migrantes no Mediterrâneo e, finalmente, UNAR, (Escritório Nacional Antidiscriminação Racial) da Itália, recentemente envolvido em um escândalo de prostituição gay.

A Open Society Foundations criou, na Itália, a Associação para Estudos Jurídicos sobre Imigração (ASGI). A tarefa da ASGI é disseminar idéias sobre leis de imigração entre advogados, juristas e acadêmicos, tendo contribuído para a criação de leis na Itália e União Europeia em matéria de imigração, asilo e cidadania, promovendo o diálogo político e a proteção dos estrangeiros. A ASGI foi fundada pela Open Society Foundation e é diretamente financiada por ela. A ASGI se concentra fortemente na situação atual na Hungria.