Aula 4 – Espírito revolucionário: O marxismo

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Em um ambiente de oposições inconciliáveis de salvação e danação, surge as propostas de uma revolução escatológica, que se divide em outras duas alternativas de ação baseadas no sonho da condução histórica. O reformismo político de Marx e o radicalismo da revolução social de nomes como Bakunin, trazem à tona um debate que vai adentrar o século seguinte e guiar a formação de movimentos revolucionários.

O papel do cristianismo, tanto católico quanto protestante, aparecem ainda sob a forma do moralismo gnóstico e puritano, orientador de uma busca por purificação social e política. Se sempre houve miséria no mundo, a história humana é a história da exploração, novíssima versão secular do pecado original.

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As duas correntes vão influenciar o debate do século XX sobre a dinâmica da praxis marxista: Marx insiste que a revolução é o sentido último de toda a ação, seja reformista ou violenta. E a oposição entre proletários e burgueses é nada menos que uma matriz de oposições, sobre a qual incidem tudo o mais.

 


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