Teoria do medalhão: Débora Diniz invoca currículo Lattes (mas não Morde) contra Olavo de Carvalho

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Um típico bacharel brasileiro
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Deu a louca em Débora Diniz. A líder abortista, cuja maior realização intelectual é a longa folha de serviços prestados às fundações Ford e Macarthur, desafiou o Prof. Olavo de Carvalho para um debate. Ou antes: fingiu desafiá-lo para destilar todo o seu bacharelismo enragé.

“Não localizei seu currículo Lattes”, recriminou Débora ao filósofo, no melhor estilo Teoria do Medalhão. “No currículo Lattes, está a prova do que ousamos pronunciar como ciência.” Para a ativista, um cadastro burocrático feito para fins de promoção na carreira acadêmica tem mais valor científico do que a contribuição intelectual efetivamente dada em livros, aulas, palestras, artigos etc. Nunca o culto ao diploma se patenteou de forma tão mesquinha.

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Doutora em Ciências da Lacração

Seja como for, basta pesquisar o currículo Lattes (mas não Morde) de Débora para verificar em que consiste sua obra científica. Suas elevadíssimas preocupações intelectuais podem ser resumidas na promoção diuturna do aborto, do feminismo,  dos “direitos humanos” e da ideologia de gênero. Na linguagem do PSOL, militância é ciência.

A abortista também sugere que Olavo realize uma pesquisa acadêmica em regra  – com protocolo, coleta de evidências, parecer de comissão de ética, peer-review e patrocínio da Capes  – se quiser comprovar sua afirmação de que as universidades são pontos de tráfico de drogas. É como exigir que alguém dê a volta ao mundo para comprovar que o céu é azul em toda parte.

A única resposta possível à cretinice de Débora Diniz se encontra nesta marchinha de 1954, de autoria do grande Nelson Gonçalves: