Olavo de Carvalho, Jair Bolsonaro e a Nova Era

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No último Domingo (17/03), ocorreu nos Estados Unidos o esperado encontro do Presidente da República Jair Bolsonaro com o filósofo Olavo de Carvalho na Embaixada do Brasil em Washington-DC. Bem-vindos à Nova Era.

Além do Presidente Jair Bolsonaro, o evento contou com a presença do Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo; da Justiça, Exmo. Sr. Sérgio Moro; da Economia, Ministro Paulo Guedes; ministros Gen. Augusto Heleno, Almirante Bento e Astronauta Marcos Pontes; do Deputado Eduardo Bolsonaro bem como outros importantes nomes do governo Brasileiro.

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Participaram do encontro ainda, importantes nomes do cenário internacional, como o estrategista da campanha de Donald Trump, Steve Bannon; Dr. Sebastian Gorka; ex-conselheiro do governo Trump; o pensador Walter Russel Mead; a jornalista Mary Anastacia O’Grady do Wall Street Journal; Matt Schlapp, presidente da União Conservadora Americana; David Shedd da Fundação Heritage; dentre outros.

Mais do que um encontro simbólico da aliança de forças liberais e conservadoras na defesa do ocidente; da aproximação entre o Brasil e os Estados Unidos, com um novo olhar sob o qual a diplomacia brasileira pretende se apresentar no cenário mundial; o encontro ofereceu a oportunidade de que membros do alto escalão do governo Bolsonaro construam uma aproximação com o filósofo Olavo de Carvalho.

Ciente da influência do pensador tanto no debate cultural quanto político do Brasil, sobretudo por sua contribuição filosófica nas últimas décadas, sem a qual o cenário que propiciaria a eleição de Bolsonaro talvez sequer tivesse existido; o governo compreende que ter Olavo de Carvalho como aliado é uma necessidade para permitir o avanço da agenda de Bolsonaro, Guedes e Moro em cada uma das frentes de trabalho: Política, Econômica e Institucional.

As críticas do filósofo em relação à postura do governo diante da sabotagem interna por parte de membros do alto escalão da equipe de Bolsonaro, sobretudo no Ministério da Educação e nos núcleos militares, intensificaram-se nos últimos dois meses, especialmente diante de declarações desastrosas do vice-presidente General Hamilton Mourão em temas caros ao governo como o aborto, o direito à auto-defesa e o papel da grande mídia.

O embate entre o Professor Olavo de Carvalho e as forças ideológicas que atuam no ambiente midiático e dentro do próprio governo, forças essas que visam desestabilizar o governo e criar um ambiente de descontrole e embaraço político, criam uma situação análoga ao confronto entre Davi e Golias, onde a disparidade de forças e as proporções numéricas tornam a possibilidade de defesa de Carvalho simplesmente nulas.

No entanto, se o histórico de Olavo de Carvalho nos servir de lição, as novas estratégias dos meios de comunicação para eliminar o nome de Olavo do debate poderão ter o mesmo fim das anteriores. O fracasso das tentativas de ostracizar o pensamento de Olavo e conter a disseminação de suas idéias acabou fazendo de seus livros sucessos editorias brasileiros; o projeto “do Olavo não se fala” falhou catastroficamente em conter a influência de sua obra sobre o debate cultural – e político – no Brasil, dando ao filme sobre a vida do autor, Jardim das Aflições, de Josias Teófilo, prêmios de melhor filme e sucesso cinematográfico. Conformemente, a estratégia do assassinato de reputação parece estar fadada ao mesmo destino.

Enquanto os meios de comunicação e os jornalistas mainstream se digladiam para ver quem conseguirá produzir o artigo ou o furo de reportagem que finalmente destruirá a imagem de Olavo de Carvalho, o professor sai mais uma vez, “por cima da carniça”, colocando-se do lado direito do presidente da república e ovacionado por pelos importantes ministros do novo governo na mais importante visita de Estado que o presidente fará em todo seu mandato, visita essa que dá a largada formal das futuras relações do Brasil com o mundo e com os próprios brasileiros.

De sua poltrona geriátrica, com seu cachimbo esfumaçado, o Velho Lobo de Virgínia ri mais uma vez da insignificância de seus detratores, que escandalizados e fingidos de desdenha, roem-se de inveja pelo fato de o homem que mais detestam, sentar-se ao lado daquele que fora escolhido pela nação para liderar o novo Brasil, a Nova Era.

Sejam bem-vindos. E voltem sempre!