Alunos de escola primária escutam contos transgêneros nos EUA

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Washington Update
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“Eu tenho um cérebro de menina, mas um corpo de menino”, a professora McBride leu aos alunos em sala de aula. O caso aconteceu em uma escola do estado da Virgínia, nos Estados Unidos, noticiou o The Daily Signal.

Ainda segundo o Daily Signal, duas organizações de extrema-esquerda têm contribuído para que cenas como essa se repitam ao redor dos EUA: a Associação Nacional de Educação e a Campanha de Direitos Humanos.

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No começo deste mês, lá foi celebrado o Dia Nacional da Leitura, e pela primeira vez os maiores patrocinadores do evento foram grupos LGBT que incentivam materiais com o conteúdo dessa pauta em escolas.

A Associação Nacional de Educação tem sido um braço do Partido Democrata (o partido de esquerda americano), e a união dela com a Campanha de Direitos Humanos é um somatório de forças que visa reverter as políticas conservadoras da administração Trump, tais como a proibição de banheiros transgênero – que eram incentivados durante o governo de Obama – e a não aceitação de transgêneros nas forças armadas.

A presidente da Associação Nacional de Educação, Lily Garcia, criticou o governo Trump em relação às pautas LGBT, dizendo que “a administração Trump tem sido abertamente hostil…”  E acrescentou: “se você é ou não um soldado transgênero ou transexual menino ou menina. É importante mais do que nunca que tenhamos voz.”

Com o avanço do ativismo LGBT nas escolas americanas, a alternativa do homeschooling (ensino em casa) cresce vertiginosamente. “Com o radicalismo sexual em todo canto – incluindo com alunos da primeira série – e agora com essa desculpa perigosa para ‘contar histórias em sala de aula’, não é de admirar que a educação escolar em casa, nos EUA, esteja no meio de sua maior onda em 20 anos.”

Apesar de empurrar à força a ideologia de gênero nas escolas, muitos pediatras que estão fora do lobby esquerdista contestam os apoiadores dessa ideologia segundo a qual todos nascem sem gênero sexual definido.

Em 2017, uma associação de pediatras americanos (American College of Pediatricians) condenou formalmente a inserção da ideologia de gênero no ambiente infantil. O documento, cujo título é Ideologia de Gênero Prejudica Crianças, alerta para que “profissionais de saúde, educadores e legisladores rejeitem todas as políticas que condicionam as crianças a aceitar como uma vida normal a personificação química e cirúrgica de mudança de sexo. Fatos – não ideologia – determinam a realidade (grifo nosso).”

 

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