Manifestações Dia da Mulher pelo mundo

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Foto: Edgard Garrido/Reuters
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Nesta sexta-feira, 8 de março, é comemorado por grande parte do mundo o Dia Internacional da Mulher. Em Bangladesh, mulheres marcharam pelas ruas pedindo melhores condições de vida e o fim da violência doméstica. Na Espanha, um dia inteiro de greve e pedaladas pelas ruas de Madri marcaram a data. Na Coreia do Sul, as mulheres se fantasiaram de bruxa e ergueram cartazes com frases de efeito tipicamente feministas com o famoso “empoderamento”.

O novo partido da direita espanhola Vox, que deve ganhar assentos no pleito segundo pesquisas, pediu o desmantelamento de uma lei histórica sobre violência de gênero.

Já o conservador Partido Popular não estará presente nas reuniões principais. Eles afirmam que elas, as feministas, foram politizadas pela esquerda. Em contra partida, os socialistas do primeiro-ministro Pedro Sánchez levantaram a bandeira da igualdade de gênero, que será uma das prioridades nos primeiros meses de governo, inclusive na eleição parlamentar.

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Em Londres, a duquesa britânica de Sussex, Meghan Markle, deve se juntar à modelo Adwoa Aboah, à ex-primeira-ministra australiana Julia Gillard, cantora Annie Lennox, e a outros em uma reunião para falar sobre questões que afetam as mulheres e seus direitos.

A sessão foi convocada pelo Queen’s Commonwealth Trust, uma organização da qual Meghan foi anunciada vice-presidente nesta sexta-feira.

Na capital francesa, integrantes da Anistia Internacional se reuniram diante da embaixada da Arábia Saudita com placas falando em da defesas das mulheres.  Com  auto falantes, elas pediram para que libertasse outras mulheres ativistas, incluindo também moças que fizeram campanha pedindo o direito de dirigir.

No Brasil, movimentos de esquerda lembram Marielle Franco

Na Candelária, no Rio de Janeiro, uma passeata foi marcada para às 16 horas, com o foco na defesa de direitos das mulheres e pela democracia, além de justiça pela vereadora Marielle Franco, ex-vereadora PSolista militante  executada em março do ano passado que vem sendo fortemente lembrada por ser negra e atuar com causas feministas.

Outros nomes de mulheres “empoderadas” não pertencentes à esquerda não foram mencionados como bandeira para os eventos do Dia da Internacional Mulher.

 

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